"Eu gostaria de abraçar o mundo inteiro em uma rede de caridade"
António Frederico Ozanam

domingo, 24 de janeiro de 2016

Obras Misericórdia

                                                                               
Corporais
1. Dar de comer a quem tem fome
2. Dar de beber a que tem sede
3. Vestir os nus
4. Dar pousada aos peregrinos
5. Assistir os enfermos
6. Visitar os presos
7. Enterrar os mortos
Espirituais
1. Dar bom conselho
2. Ensinar os ignorantes
3. Corrigir os que erram
4. Consolar os tristes
5. Perdoar as injúrias
6. Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo
7. Rogar a Deus pelos vivos e defuntos



sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

O Ato de Misericórdia ao Vivo


Ao consultar a minha página do Facebook, deparei com uma imagem de excluídos a dormir nos bancos de uma igreja. A igreja "Abriu as Portas", durante 24 horas, para albergar esses excluídos.
Algo saltou na minha mente e pensei: porque não fazer isto no Porto?
Mas vou contar a estória:
 - Uma vez, algures em Madrid, mais propriamente na Igreja de Santo António-Madrid, que habitualmente coloca ao serviço dos excluídos as suas instalações, vi que os excluídos da sociedade dormiam nos bancos dessa igreja.
Uma vez que estamos a celebrar o Ano da Misericórdia, Ano Jubilar que foi anunciado e proclamado pelo Papa Francisco, através da Bula "o rosto da misericórdia", e pela abertura solene da Porta Santa, vivendo o Amor de Deus, consubstanciado na Sua misericórdia, seria importante que a Igreja testemunhasse esse amor e marcasse, através de um sinal ou sinais concretos, o ano que estamos a viver.
Na Diocese do Porto, todos os cristãos, através dos movimentos a que pertencem, foram chamados e estão a organizar diversas iniciativas, traçando metas, delineando objectivos, perspectivando caminhos novos. Pela voz do Papa Francisco e pela vivencia da Alegria do Evangelho, todos estão concentrados nos problemas sociais e humanos do nosso tempo e, com certeza todos se empenharão nas periferias existenciais, vendo em todos os homens e muito particularmente nos mais frágeis, abandonados e/ou excluídos a própria imagem de Jesus Cristo. A porta foi aberta, esperando-se que todos possam nela entrar.
Importa também que as portas do nosso coração se abram a todos, através de gestos e bondade, de ternura, de doçura e misericórdia e assim possamos testemunhar verdadeiramente a misericórdia de Deus. Abrindo a nossa porta e ajudando a abrir as portas dos outros. Só assim se entenderá o que somos, pelo que fazemos e testemunhamos. E só assim a misericórdia de Deus se revelará efetivamente e verdadeiramente.
Seria importante também que, para além da abertura de nós mesmos aos outros, pela autenticidade e amor genuínos, se abrissem também por nós e pela Igreja a que pertencemos, todos os espaços físicos que existem, no acolhimento dos mais pobres, transmitindo-lhes, verdadeiramente a autenticidade do nosso amor e a genuinidade dos nossos atos.
Há entre nós vicentinos enfermeiros, médicos, professores e técnicos de vária ordem, porque não reunir todas estes sinergias na ajuda a quem mais precisa? Deus chama-nos a ter atitudes e gestos de misericórdia. Porque não aproveitar este ano de graça? E como o vamos celebrar, indiferentes a quem vive na rua, ao frio e à chuva! Isto é uma razão de fé.
Acreditamos ou não que Jesus se revela preferencialmente nos mais fracos? Se acreditamos e vemos em todos o próprio rosto do Salvador, então porque não actuamos, porque não arregaçamos as mangas, fazendo deste Ano Jubilar um ano marcante, pela partilha de nós mesmos e pela manifestação autêntica da misericórdia, de que Jesus Cristo é o rosto e nós os seus seguidores.

         

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

04 de janeiro: Festa de St. Elizabeth Ann Seton

Em 1809 Elizabeth Ann Seton estabeleceu a primeira congregação de Irmãs religiosas a ser fundada nos Estados Unidos. Eles foram dedicados ao cuidado e educação dos filhos dos pobres. Esta foi sua ligação com a grande família Vicentina na França: eles serviram Jesus Cristo como eles o encontraram entre os pobres, os ignorantes e os doentes. Os sacerdotes de São Sulpício (que tinham sido amigos e colaboradores de São Vicente de Paulo, e mais tarde se tornaram os primeiros patronos das Mães Seton em os EUA) tinha visto a obra Elizabeth e suas irmãs estavam fazendo e percebi que a regra de São Vicente foi um bom jogo para eles. Desde St. Vincent queria adaptabilidade na regra de vida que ele tinha criado para as Filhas da Caridade, ele fez a regra tão simples e não-monástica quanto possível, para que eles possam responder livremente às necessidades do povo como eles vi eles. Para saber mais sobre St. Elizabeth Ann Seton e como ela continuou esta tradição, por favor, visualizar ou baixar a partir dos recursos listados aqui.